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Livro: Eram os Deuses Astronautas? de Erich Von Däniken

Giordano Bruno (1548 - 1600)
Para Bruno o universo é constituído de um único corpo, mas as coisas singulares são ordenadas com precisão e estão conectadas com todas as outras coisas. O que fundamenta essa organização são as ideias, que são princípios eternos e imutáveis. Cada coisa particular é uma imitação, uma imagem ou a sombra da realidade ideal que a orienta. Nossa mente também segue essa estruturação universal e nossas ideias não são eternas e imutáveis, mas são o reflexo, o vulto das ideias que não se alteram.
Mesmo nossas ideias sendo a sombra de algo imutável, através delas podemos chegar ao verdadeiro conhecimento se encontrarmos um método que consiga assimilar e compreender a complexidade da realidade. Esse método tem que ter a capacidade de entender essa estrutura universal ideal que sustenta todo universo.
Para Giordano o método para entender a unicidade e a multiplicidade do universo é a memória. A memória nos permite impedir que nossa mente se confunda com o grande número de coisas que existem no universo e com os conceitos e representações dessas coisas. Essas representações são sombras das ideias divinas e a memória serve para fixar em nossa mente essas imagens. Através de exercícios de memória podemos colocar em nossa mente um grande número de reflexos das coisas e das ideias divinas, o que torna mais sólida nossa capacidade intelectiva e mais eficaz nossa ação sobre o mundo. Para atingir esses objetivo é que Giordano Bruno foi grande estudioso e professor de mnemônica, que é o estudo de técnicas para facilitar a memorização.
Bruno sustenta ainda que o universo é infinito, e como infinito não tem um centro nem uma circunferência.
Em seus estudos sobre ética Bruno culpa o cristianismo de inverter os valores morais de sua época. O cristianismo tornou a crença sem reflexão em uma sabedoria, a hipocrisia humana em conselho divino, a corrupção da lei natural em piedade religiosa, o estudo em loucura, a honra em riqueza, a dignidade em elegância, a prudência na malícia, a traição na sabedoria e a justiça na tirania.
Para combater essa situação Giordano cria uma escala de valores onde em primeiro lugar está a verdade, em segundo a prudência e em terceiro a sabedoria. Em quarto lugar está a lei, que regula o comportamento das pessoas e na sequência, a força de espírito que é a virtude interior.
Deus, para o filósofo Bruno, não pode ser conhecido pelas suas consequências nem por suas obras, da mesma forma que não podemos conhecer o escultor pela estátua. Não podemos conhecer Deus porque Ele está muito além da nossa capacidade intelectiva. O caminho mais digno para nos aproximarmos de Deus é através da sua revelação.
Mas Deus como objeto de estudos da filosofia, é a própria natureza. E como natureza Deus é o motivo e a origem do universo. É motivo porque Ele é que define as coisas que formam o universo. E é origem porque é Ele quem dá a existência para as coisas do universo. Deus é o intelecto universal que anima, serve de base e governa o mundo.
Sentenças:
- Deus é tudo em tudo, mas não em cada parte.
- O tempo tudo tira e tudo dá; tudo transforma e nada destrói.
- Não existe satisfação sem tristeza.
- A poesia não nasce das regras.
- Somos a causa de nós mesmos.
- O universo é uno, infinito e imóvel.
- Os homens mais devotos e santos, um dia foram chamados de asnos.
- Não é a matéria que causa o pensamento, mas o pensamento que causa a matéria.
- O homem não tem limites, e um dia se dará conta disso e será livre, ainda neste mundo.
- O amor torna o velho louco e o jovem sábio.
- A ignorância é a mãe da felicidade.
Giordano Bruno
Responsável: Arildo Luiz Marconatto
http://www.filosofia.com.br
Um pouco sobre o Egito Antigo

A civilização egípcia antiga desenvolveu-se no nordeste africano (margens do rio Nilo) entre 3200 a.C (unificação do norte e sul) a 32 a.c (domínio romano).
A importância do rio Nilo
Como a região é formada por um deserto (Saara), o rio Nilo ganhou uma extrema importância para os egípcios. O rio era utilizado como via de transporte (através de barcos) de mercadorias e pessoas. As águas do rio Nilo também eram utilizadas para beber, pescar e fertilizar as margens, nas épocas de cheias, favorecendo a agricultura.
Sociedade Egípcia
A sociedade egípcia estava dividida em várias camadas, sendo que o faraó era a autoridade máxima, chegando a ser considerado um deus na Terra. Sacerdotes, militares e escribas (responsáveis pela escrita) também ganharam importância na sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesãos e pequenos comerciantes. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram pessoas capturadas em guerras.Trabalhavam muito e nada recebiam por seu trabalho, apenas água e comida.
As 10 obras de arte mais famosas do mundo
Pinturas famosas sempre inspiraram o sentido da cultura e história. Artistas renomados no mundo todo como Van Gogh, Picasso, Vermeer, Renoir, Da Vinci e Monet cativaram as pessoas por séculos.Confira abaixo das 10 pinturas mais conhecidas do mundo , nos dias de hoje.
10. From the Lake por Georgia O’Keeffe
Geórgia O’Keefe passava os dias em Lake George, Nova Iorque no início de 1900, que inspirou muitas de suas obras.Esta pintura mostra as ondas suaves e ondulações do lago George. Para ver estas e várias outras obras de arte visite o blog Nobres Artes em www.nobresartes.blogspot.com
9. A Persistência da Memória de Salvador Dali
Provavelmente a mais famosa pintura de Salvador Dali, A Persistência da Memória foi criado em 1931 e agora é exibida no Museu de Arte Moderna de Nova York. Dali introduziu os relógios de bolso nesta obra. Você também pode fazer a figura humana no meio da pintura. Para ver estas e várias outras obras de arte visite o blog Nobres Artes em www.nobresartes.blogspot.com
7. Canto do jardim de Montgeron de Claude Monet
Este famoso quadro de Monet foi criado em 1877. Monet é conhecido como o impressionista clássico. No canto do jardim de Montgeron, Monet captou a natureza sempre em mudança de luz e cor. Para ver estas e várias outras obras de arte visite o blog Nobres Artes em www.nobresartes.blogspot.com
6. Café Terrace at Night de Vincent Van Gogh

5. Girl with a Pearl Earring de Jan Vermeer

4. Luncheon of the Boating Party por Pierre Auguste Renoir
3. O Beijo de Gustav Klimt

Uma das pinturas mais conhecidas de hoje, Starry Night de Van Gogh é uma pintura clássica que invoca emoções da serenidade do campanário da igreja para o abandono selvagem de cor usada para o seu céu da noite. Para ver estas e várias outras obras de arte visite o blog Nobres Artes em www.nobresartes.blogspot.com
1. Mona Lisa de Leonardo Da Vinci
A Mona Lisa, a pintura mais famosa do mundo, é propriedade do governo francês e pendura no Louvre, em Paris. A pintura mostra uma mulher olhando para o telespectador com o que é muitas vezes descrita como um sorriso “enigmático”. A Mona Lisa é talvez a parte mais famosa da história da arte, nenhuma outra obra de arte conseguiu causar tanta polêmica. Para ver estas e várias outras obras de arte visite o blog Nobres Artes em www.nobresartes.blogspot.com
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